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"Muitas vezes as pessoas me dizem, a Estônia, e você não pode entrar nos países nórdicos. Eu citei de antemão: "NÃO ESTOU DE BÁLTICO"! Eu posso entrar em Nordico e eu vou provar isso! Olhe para o meu idioma e compare com o Finlandiaball. "

- Estônia, entrevistada pela notícia A Estônia é uma ball baltica situada no sul da Finlândia, ao norte da Letônia, a leste da Suécia e a oeste da Rússia. A Estônia foi classificada como europeia do norte, mas ainda pensa que ela é nórdica. Ela viu coisas horríveis em sua vida, mas ainda saiu principalmente contente, se não, feliz.


Embora os flashbacks sejam desencadeados, a Estônia pode ser muito, muito escura.

História Editar

Supõe-se que os primeiros povos que habitaram o atual território da Estónia tenham sido os éstios, nômades de origem fínica que viviam em tribos semi-organizadas, mas sem unidade. No século XIII, a Igreja Católica organizou, por meio do rei Valdemar II da Dinamarcaball, uma cruzada para cristianizar as tribos pagãs do mar Báltico. A luta que se seguiu por quase 20 anos acabou por delimitar o território estoniano ao norte pela Dinamarcaball e ao sul por uma divisão entre vários bispados e a Ordem dos Livônios, uma poderosa ordem cristã que conseguiu derrotar todas as tribos locais e dominar a maior parte do território. Em 1248, Reval (atual Tallinn) adotou um governo autônomo baseado na lei de Lübeck e, anos depois, teve a sua entrada aceita na Liga Hanseática, tornando a região importante comercialmente e assinalando a perda do domínio dinamarquês na região. Mesmo após diversos tratados com os lituanos e os russos, a Dinamarca não conseguiu conter o aumento do poderio militar dos vassalos, influenciados pela Vestfália e outros pela Livônia, até que, em 1343, os estonianos, até então subjugados pelos vassalos e tidos apenas como servos dos nobres, organizaram a Revolta da Noite de São Jorge, na qual renunciaram ao cristianismo e lutaram contra a servidão. A Ordem Teutônica, que comandava a Livônia, acabou com a revolta dois anos depois e comprou o território à Dinamarca. Assim, iniciava-se o período do domínio teutônico sobre a Estónia.

Domínio sueco Editar

ois séculos depois, o território da Estónia tornou a ter importância. O recém-formado império russo, na sua sede de imperialismo e favorecido pelo enfraquecimento da Ordem Teutônica, devido ao litígio com a União Lituano-Polonesa no sul, invadiu a Livônia, considerando-a terra de seus ancestrais. Enquanto isso, Dinamarca, Suécia e Polônia, que não aprovavam o avanço russo sobre terras tão próximas de seus domínios, contituiram uma aliança militar para conter o avanço russo na região. Teve início então, em 1559, a Guerra da Livônia, na qual lutaram dinamarqueses, suecos e poloneses, para obter o território da Livônia e conter o avanço russo, que já havia conquistado o bispado de Dorpat. Quando os suecos dominaram a região norte, os poloneses a região sul e os dinamarqueses as ilhas do Bispado de Ösel-Wiek, teve início outra guerra, a Guerra Nórdica dos Sete Anos (1563-1570). Aí consolidou-se o avanço e o subsequente domínio sueco na região, derrotados os russos em Narva, e conquistadas em 1629 as terras da Livônia, até então controladas pelos poloneses. Então, em 1645, após a nova derrocada da Dinamarcaball, os suecos foram o terceiro povo a dominar o território da Estónia, mas o que mais trouxe benefícios aos estonianos, antes tidos como apenas servos dos nobres balls que dominavam a região. Foi nessa época que surgiram as primeiras escolas nas vilas estonianas, que eram capazes de ensinarem o povo a ler alguns ensinamentos religiosos. Foi aberta também, pelo Rei Gustavo II Adolfo, em Tartu, a primeira universidade na Estóniaball(Ainda bem). Anos depois, após a Guerra dos 30 anos, mestres alemães vieram à academia de Tallinn ministrar aulas como nas academias alemãs, aumentando a influência que os alemães sempre tiveram na Estónia.

Império russo Editar

Depois de uma guerra com o príncipe de Brandemburgo, a Suécia fez uma reforma[18] nas terras dos nobres na Estónia, gerando um descontentamento e propiciando o retorno de outras nações ao território estoniano. Gerou-se então, em fevereiro de 1700, a Grande Guerra do Norte, mais uma vez com participação de Dinamarca, Polônia, Rússia e Saxônia, contra os suecos. Depois de muitas batalhas e reviravoltas, como a Batalha de Poltava, os russos conseguiram derrotar as tropas pessoais do rei Carlos XII e conquistar Tallinn, dominando finalmente a Estónia e a Livônia, fato requerido desde a época do czar Ivan IV.

Durante o século XVIII, a criação das universidades na Estónia propiciou um forte crescimento cultural da população, com a maior utilização do idioma próprio (o estoniano) e de valorização da cultura estoniana. Foi a primeira vez que os estonianos se viram como um povo e os intelectuais buscavam a criação de uma nação. Aproveitando a inevitável queda do Império Russoball, e já descontente com algumas medidas do império, se revoltaram em conjunto com a Revolução de 1905 e foram fortemente reprimidos pelo exército russo. Mas esse foi o primeiro passo real para a independência que seria alcançada após a Revolução de 1917, que daria pela primeira vez uma terra independente aos balls estonianos, a República da Estóniaball. As cores da bandeira têm o seguinte significado: o azul representando a fé, a lealdade e devoção, bem como os lagos e o céu; o preto simboliza o passado negro e o sofrimento do povo estoniano; o branco representa as virtudes e a felicidade do povo, mas também a casca da bétula, a neve e a luz do sol.

Estónia independente Editar

Durante os primeiros 22 anos de independência (1918-1940), a Estóniaball passou por uma conturbada vida política com dissolução de partidos e o primeiro presidente sendo eleito apenas em 1938. Mas no aspecto cultural, foi um período muito forte, com a criação de muitas escolas que lecionavam em estoniano e a garantia da autonomia cultural das minorias, única em todo o leste europeu. Mas devido a essa política de neutralidade, a Estónia foi alvo da ocupação durante a Segunda Guerra Mundial. Em decorrência de uma artimanha soviética, a Estónia foi ocupada em 1940 pela URSSball. Em 1942, os alemães invadiram a União Soviética e começaram por tomar também a Estónia. Naquele primeiro momento, o povo estoniano ficou contente, devido à antiga aproximação com os alemães e também por sonhar com a volta da Estónia independente, fato que logo foi descartado pelo governo de Hitler. Quando a invasão alemã na URSSball fracassou e os alemães saíram da Estónia, a nova invasão soviética se mostrou inevitável, devido ao desgaste do país na guerra. Assim se estabeleceu a República Socialista Soviética da Estônia. Durante os 52 anos de ocupação soviética, muitos movimentos de revolta e até de guerrilha se formaram na Estónia, sendo o mais conhecido o Metsavennad,mas todos foram suprimidos pelo governo de Moscou. Apenas em 1989, com a queda da União Soviética, é que começou uma reestruturação dos países soviéticos. A independência se seguiu em 1992, sendo Lennart Meri o primeiro presidente da nova era independente. Após a saída do exército russo em 1994, a Estónia aumentou seus laços comerciais com o resto do leste europeu e obteve um alto crescimento econômico nos anos 2000. Teve seu ingresso aceito na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) em 29 de março e na União Europeia em 1º de maio de 2004.

Regiões Editar

Região de Harju,Região de Hiiu,Região de Ida-Viru,Região de Järva,Região de Jõgeva,Região de Lääne,Região de Lääne-Viru,Região de Pärnu,Região de Põlva,Região de Rapla,Região de Saare,Região de Tartu,Região de Valga,Região de Võru e a Região de Viljandi.

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